Carnaval 2026: emoção, tradição e polêmica marcam segundo dia de desfiles
O segundo dia de desfiles das escolas de samba no Carnaval de Juiz de Fora foi marcado por brilho na avenida, celebração da tradição e também por um episódio que pegou público e componentes de surpresa. No Circuito Júlio Guedes, a noite desta segunda-feira reuniu emoção, samba no pé e uma polêmica envolvendo a ausência de uma das agremiações.
Quem abriu a programação foi a Escola Mirim Império da Torre, representando a nova geração do samba juiz-forano. Com o enredo “O Mineiro Ziraldo (Quem sou Eu?)”, encantou o público. Os intérpretes Luan Hilário e Kelvin Santos conduziram o samba, composto por Nádia Hilário. A escola é presidida por Marlene Moura.
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A Rosas de Ouro – Roseira da Zona Sul – levou para a avenida o enredo “Batuques do meu lugar, deixa meu povo dançar”. Com nove alas e centenas de componentes, empolgou o público sob o comando da bateria dos mestres Caio, Luciano e Lió. O intérprete foi Juliano Alegria.
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A tradicional Rivais da Primavera celebrou seus 50 anos com o enredo “É o Carnaval, o Coro vai comer. Lá vem Rivais, 50 anos de Glória. O Universo vai tremer”. Foram 300 componentes, 10 alas e quatro alegorias, levantando a arquibancada.
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Encerrando a noite, a Real Grandeza apresentou “Eterna Lua de Real Grandeza: Encantos e Segredos sob o Luar”, com centenas de integrantes, 10 alas e duas alegorias, sob o comando da mestra Jô.
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Impasse com a Encantos da Vila
A noite também teve tensão. A Encantos da Vila, que deveria abrir os desfiles, não entrou na avenida. O presidente, Wanderson Castelar, informou que a escola não tinha condições de desfilar. Integrantes já estavam prontos no local e a agremiação havia recebido R$ 32 mil da Prefeitura.
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Para evitar maior constrangimento, houve acordo para um desfile simbólico. Até o momento, a escola não explicou oficialmente o motivo da ausência.