Semana será decisiva para as candidaturas de Rodrigo Pacheco e Mateus Simões

A última semana de março será marcada por discussões políticas importantes, pois, já na sexta-feira (3 de abril), será fechada a janela partidária, como prevê a Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995). E aí quem tem a disposição de disputar as eleições de outubro tem que estar definitivamente filiado a alguma legenda. Por conta desse prazo, o senador Rodrigo Pacheco terá que definir sua opção de qualquer jeito, embora a previsão é de que o faça somente no apagar das luzes. Ele tem proposta do MDB, do União Brasil – agora oficialmente federado com o PP – e do PSB.
No jantar que tiveram com o senador, na última quarta-feira, dirigentes do PSB reafirmaram o convite e saíram otimistas, mas ainda sem a assinatura. Rodrigo avalia todos os cenários, entre eles o tempo de TV e recursos de campanha. Nesses dois aspectos, o partido socialista tem menos a oferecer do que os outros dois concorrentes.
O ex-governador Romeu Zema terá papel importante no futuro do projeto de reeleição do governador Mateus Simões. Depois de passar o cargo para o sucessor, ele manteve a intenção de disputar a Presidência da República e espera contar com o apoio de Simões. Afilhado de Zema na corrida estadual, o atual governador terá que subir em algum palanque: o do padrinho ou do senador Flávio Bolsonaro, como é desejo do PSD. Sua fidelidade será colocada em xeque.
A saída é Zema renunciar à candidatura e ser um possível vice na chapa do candidato do PL à Presidência da República. Nesse caso, Mateus Simões estaria duplamente contemplado. O problema é que Zema resiste à ideia de sair da disputa presidencial, por entender que, sem esse projeto, o Novo, seu partido, correria sérios riscos de não vencer a cláusula de desempenho.
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