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Ubá confirma 1 morte por leptospirose e investiga 41 casos suspeitos da doença

A Prefeitura de Ubá divulgou nesta quarta-feira (11) uma nova atualização sobre os casos de leptospirose registrados após as enchentes que atingiram o município nas últimas semanas. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, 41 casos suspeitos da doença seguem em investigação epidemiológica.
Além dos casos em análise, o município confirmou um óbito por leptospirose. A vítima é uma mulher com idade entre 33 anos, conforme informações divulgadas pela Vigilância em Saúde.
As amostras coletadas dos pacientes com suspeita da doença foram encaminhadas para exames laboratoriais na Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte. Os resultados devem indicar se os casos investigados serão confirmados ou descartados.
Autoridades reforçam alerta para sintomas da doença
A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria presente na urina de ratos e pode ser transmitida pelo contato com água ou lama contaminadas, situação considerada comum após enchentes.
Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores intensas no corpo, principalmente nas panturrilhas, além de náuseas e mal-estar. Diante desses sinais, a orientação das autoridades de saúde é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica.
Em situações mais graves, como febre persistente, vômitos intensos ou dificuldade para respirar, a recomendação é buscar atendimento hospitalar o quanto antes.
Equipes de saúde reforçam prevenção e atendimento
Segundo a Prefeitura, equipes da rede municipal de saúde passaram por capacitação com apoio da Força Nacional do Sistema Único de Saúde para aprimorar o atendimento a pacientes com suspeita da doença no município.
As autoridades também orientam cuidados durante a limpeza de áreas atingidas pela enchente, como o uso de botas e luvas de borracha e a higienização de objetos que tiveram contato com a lama utilizando água sanitária diluída.
O acompanhamento da situação continua sendo realizado pelas equipes de saúde, e novas atualizações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações e a conclusão dos exames laboratoriais.
Maria Angélica é estagiária sob supervisão do editor-executivo do Folha JF, Matheus Brum.

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