Tribuna de Minas

Veja 10 hábitos que ajudam a reduzir os riscos de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que compromete memória, raciocínio, linguagem e a capacidade de realizar tarefas cotidianas. O avanço da condição está ligado à morte de células cerebrais e ao acúmulo de proteínas anormais no cérebro, o que afeta a comunicação entre os neurônios. Além do impacto no paciente, a doença altera a rotina de familiares e cuidadores, que passam a lidar com demandas constantes de acompanhamento e assistência.
Cresce o interesse pelo tema
Segundo dados da plataforma Doctoralia, a busca por informações sobre Alzheimer vem aumentando. Em 2024, foram registradas 23.655 pesquisas pelo termo. Entre janeiro e maio de 2025, o número chegou a 10.709. Na seção “Pergunte ao Especialista”, o crescimento foi ainda mais expressivo: 72 perguntas apenas no primeiro semestre de 2025, contra 14 em todo o ano anterior.
Estágios da doença
De acordo com a neurologista Carolina Alvarez, o Alzheimer evolui em três fases principais:
Inicial: esquecimentos sutis, dificuldade para encontrar palavras e pequenas alterações de humor.
Intermediário: perda de memória mais evidente, confusão de tempo e espaço, mudanças comportamentais e dificuldade para realizar tarefas cotidianas.
Avançado: dependência quase total de cuidados, perda de reconhecimento de familiares, dificuldade de comunicação e limitações físicas.
“A doença vai muito além da perda de memória. Irritabilidade, apatia e mudanças de comportamento podem aparecer desde os estágios iniciais”, destaca a especialista.
Fatores de risco
Estilo de vida inadequado — noites mal dormidas, sedentarismo, isolamento social — aumenta a vulnerabilidade. Outro fator é o acúmulo de proteínas tóxicas no cérebro, como beta-amiloide e tau, que prejudicam a comunicação neuronal.
Dez hábitos que ajudam a prevenir o Alzheimer
Embora não exista cura, hábitos saudáveis podem proteger o cérebro e retardar a manifestação dos sintomas:
1. Praticar atividades físicas – melhora a circulação e a oxigenação cerebral.
Reserva cognitiva como proteção
Segundo Alvarez, preparar o cérebro ao longo da vida é fundamental. “Mesmo que a pessoa desenvolva Alzheimer, uma boa reserva cognitiva pode retardar o início ou suavizar os sintomas”, explica. Essa reserva é construída com estudo, leitura, convivência social e atividades intelectuais.
Atenção aos sinais
Esquecimentos eventuais são normais. Porém, quando a perda de memória se torna recorrente e vem acompanhada de confusão, mudanças de humor e dificuldade para realizar tarefas simples, a orientação médica é indispensável.
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*Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe
 
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