PM prende quase 90 suspeitos de furtos e roubos a casas de desalojados pelas chuvas em Juiz de Fora

Dois meses após a tragédia causada pelas fortes de chuvas de 23 de fevereiro em Juiz de Fora e outros municípios na Zona da Mata, o Gabinete de Crise e Resposta se reuniu para abordar o andamento dos trabalhos e questões relacionadas à prevenção, reparação e resposta ao desastre. Na ocasião, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) divulgou que 86 suspeitos, inclusive contumazes, de furtos e roubos em residências de pessoas desalojadas foram presas – cinco delas por meio de câmeras de reconhecimento facial.
O coronel Lúcio Ferreira da Silva Neto, comandante da 4ª Região de Polícia Militar, explica que nessa fase da operação as atividades da corporação têm o objetivo de garantir a tranquilidade e propiciar ao município o retorno à ordem pública, principalmente na prevenção de crimes. “No caso específico das pessoas desalojadas, atuamos na prevenção dos furtos e roubos ao patrimônio daqueles que já perderam muito de seus bens.”
Ele reforça o sistema de teleatendimento remoto da PM, “para aqueles que ainda tenham dificuldades de se locomover”. Segundo o comandante, já foram dezenas de registros realizados sem que o cidadão precise se deslocar de sua residência.
“Não necessariamente, a sensação de insegurança da população retrata um aumento nos índices, mesmo porque nós estamos com uma redução desde o dia 23 de fevereiro até 22 de abril: em dois meses, houve uma redução de 23% nos índices de furtos em Juiz de Fora. Seria até comum se houvesse um aumento, mas não é o que ocorre. De qualquer forma, a sensação de segurança também é nossa responsabilidade.”
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