Governo de Minas amplia ações para reduzir mortes maternas e reforça atendimento a gestantes
O Governo de Minas vem ampliando ações voltadas à redução da mortalidade materna e ao fortalecimento da assistência oferecida a gestantes na rede pública de saúde. As medidas são coordenadas pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e envolvem treinamento de profissionais, qualificação de maternidades e ampliação do acompanhamento durante a gravidez, o parto e o pós-parto em municípios de diferentes regiões do estado.
Entre as iniciativas adotadas está uma estratégia direcionada à prevenção de mortes provocadas por hemorragia obstétrica, considerada uma das principais causas de complicações graves durante o parto. A ação é realizada em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) e prevê capacitações para equipes que atuam em maternidades públicas.
Segundo informações divulgadas pela SES-MG, o programa inclui treinamentos práticos, atualização de protocolos clínicos e preparação das equipes para atendimento de situações de emergência obstétrica. A proposta já começou a ser implementada em macrorregiões como Jequitinhonha, Leste, Vale do Aço, Norte de Minas e Triângulo do Sul.
Estado reforça pré-natal e atendimento especializado
Além da qualificação das maternidades, o estado também tem ampliado ações relacionadas ao acompanhamento pré-natal na Atenção Primária à Saúde. Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), gestantes realizam consultas, exames e recebem orientações sobre cuidados durante a gravidez e após o nascimento do bebê.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o pré-natal deve começar ainda nos primeiros meses da gestação e ser mantido regularmente para identificação precoce de possíveis complicações. Em casos considerados de maior risco, as pacientes podem ser encaminhadas para unidades especializadas e hospitais preparados para atendimento de gestação de alta complexidade.
Dados da Secretaria de Saúde apontam que Minas Gerais possui atualmente mais de 200 instituições integradas à Rede de Atenção ao Parto e Nascimento. O estado também mantém uma linha de cuidado voltada à organização do atendimento materno-infantil na rede pública e um programa direcionado a gestantes em situação de vulnerabilidade social.
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