Lula aumenta vantagem sobre Flávio Bolsonaro, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem na disputa electoral com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os números refletem tanto o primeiro quanto o segundo turno das eleições presidenciais de outubro.
No segundo turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 37%. Em relação à pesquisa anterior, de 10 de junho, o petista aumentou sua vantagem em 7 pontos percentuais, já que na oportunidade havia registrado 44% contra 38% de Bolsonaro. Os eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou que não vão votar somam 14%, enquanto 4% estão indecisos.
Resultados do primeiro turno e outros cenários
Quando se analisam possíveis adversários, Lula venceria também o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com uma diferença de 9 pontos percentuais (45% a 36%). Os índices de brancos, nulos ou não votantes são de 15% e os indecisos se mantêm em 4%. Contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula também lidera com 45% contra 35%, e nesse caso, 16% estão inclinados a votar em branco ou nulo.
Em uma simulação com o ativista Renan Santos (Missão), o atual presidente teria 45% contra 33%. O levantamento também revela dados sobre o primeiro turno, onde Lula subiu de 39% para 40%, enquanto Flávio Bolsonaro teve um leve aumento de 27% para 28%. Os demais candidatos atuam com porcentagens bem mais baixas, com Ronaldo Caiado registrando 4% e Renan Santos 3%.
A pesquisa apontou que 65% dos eleitores que já decidiram seu voto estãofirmes em suas escolhas e não pretendem mudar. Por outro lado, 35% afirmam que podem reconsiderar seu candidato até as eleições.
Um ponto notável da pesquisa é que 51% dos entrevistados acreditam que Lula não merece permanecer no cargo por mais quatro anos, enquanto 45% acreditam que ele merece um novo mandato. A avaliação do governo dele mostra que 48% aprovam sua gestão, enquanto 47% a desaprovam. Ademais, a pesquisa revela que 43% dos eleitores percebem que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 20% a enxergam como melhorando.
Realizada com 2.004 entrevistados entre os dias 10 e 13 de julho, a pesquisa apresenta uma margem de erro de 2 pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026.
Com informações de Tribuna de Minas.



