Greve de 48 horas do Sinpro atinge 92% de adesão em Juiz de Fora

A greve de 48 horas do Magistério Municipal de Juiz de Fora teve início na terça-feira (18) e, segundo o Sindicato dos Professores (Sinpro-JF), 92% dos educadores aderiu à paralisação. Esta ação continua na quarta-feira (19), refletindo a insatisfação da categoria quanto a diversos problemas relacionados à sua remuneração e condições de trabalho.
Hoje, professores realizaram um ato em frente à sede da Prefeitura para pressionar por suas demandas. Entre as principais reivindicações estão rescisões atrasadas, pendências em triênios e adicionais, além de erros nos pagamentos realizados. Os manifestantes também pedem a conclusão da promoção dos secretários escolares até 2026 e a regularização do pagamento referente ao Plano Nacional de Educação (PNE).
Reivindicações seguem sem resposta adequada
Além das questões financeiras, o Sinpro ainda exige a reversão das demissões de trabalhadores terceirizados, responsáveis pela limpeza e manutenção das unidades escolares. O sindicato aponta que a falta de soluções efetivas da administração municipal tem gerado descontentamento na categoria, que busca um diálogo mais eficiente para resolver as pendências.
Em resposta ao movimento, a Prefeitura de Juiz de Fora afirmou que recebeu a pauta com as reivindicações enviadas pelo Sinpro e que as questões serão analisadas pelas áreas técnicas do município. Após essa análise, uma reunião será agendada entre a administração e a direção do sindicato para discutir os tópicos abordados e encontrar possíveis soluções.
A situação atual evidencia a necessidade de um entendimento mais sólido entre os educadores e a administração municipal, de modo a garantir uma educação de qualidade e condições dignas de trabalho para todos os profissionais da área.
Com informações de Folha JF.



