Parque da Saudade celebra 50 anos com eventos especiais
O Parque da Saudade, um importante espaço de memória em Juiz de Fora, completa 50 anos neste mês de setembro e planeja uma série de atividades para comemorar essa data significativa. As festividades principais estão agendadas para o próximo domingo (20) e prometem oferecer momentos de espiritualidade, cultura e acolhimento à comunidade.
A celebração não se limita a um simples aniversário, mas busca homenagear todos que contribuíram para a história do parque ao longo das décadas. Essa iniciativa faz parte do movimento global Mundo Unido pela Vida, promovido pela Associação Latino-Americana de Cemitérios e Serviços Funerários (ALPAR), que enfatiza a importância dos cemitérios como espaços de memória e continuidade.
Programação especial para o cinquentenário
As atividades comemorativas começam antes do aniversário, com a instalação de três estações de memória no parque a partir de terça-feira (15). Nesses locais, os visitantes poderão deixar mensagens e homenagens, criando um registro coletivo das memórias de entes queridos e da própria cidade.
No domingo (20), as festividades começam às 9h com uma sessão de ioga. Às 10h, uma roda de conversa será realizada, seguida por uma missa às 11h, celebrada pelo Padre Pierre. À tarde, a programação continuará com uma apresentação do Conservatório Estadual de Música Haidée França Americano às 14h, e um culto ecumênico às 14h30. Além disso, pipoca e algodão-doce serão distribuídos ao longo do dia, criando um ambiente acolhedor para as famílias e visitantes.
O Parque da Saudade, ao longo de seus 50 anos, se tornou parte da vida de muitas famílias juiz-foranas. A celebração visa relembrar não apenas os momentos de despedida, mas também as histórias das pessoas que viveram e contribuíram para a cidade. A proposta é ampliar a relação do parque com a comunidade, promovendo um legado de amor e cuidado.
A programação completa inclui ioga, roda de conversa, missa, apresentações culturais e momentos de reflexão, reforçando a mensagem de que “o amor não termina, ele se transforma em legado”.
Com informações de Folha JF.