Tribuna de Minas

Esquema de fraudes em vendas de chopeiras e barris é desarticulado pelo MPMG

Uma ação para desarticular um esquema interestadual de estelionato digital especializado na venda fraudulenta de chopeiras e barris de chope pela internet foi deflagrada, na manhã desta quinta-feira (19), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e pela 3ª Promotora de Justiça de Ituiutaba. O objetivo da operação, denominada Triângulo dos Barris, é mapear os danos causados aos consumidores, rastrear o caminho do dinheiro desviado e instruir a futura ação penal contra os suspeitos. Os crimes eram praticados em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso.
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Foto: MPMG

Durante a manhã, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados a dois suspeitos de integrarem e operacionalizarem a fraude. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de São Paulo (SP) e Sorriso (MT). Dentre os materiais apreendidos, estavam três celulares, um notebook, um tablet e documentos, que serão periciados a partir de autorização judicial para quebra de sigilo de dados telemáticos.
Ao longo da operação, um dos alvos foi abordado em seu veículo, trazendo consigo, sem autorização, duas pepitas e uma aliança de ouro. O suspeito foi, então, conduzido em flagrante por crime de usurpação de matéria prima pertencente à União. Os materiais também foram apreendidos, assim como outros dois celulares, cujo conteúdo será extraído e analisado. Já o veículo foi removido por licenciamento atrasado.
Segundo as investigações, com a utilização da empresa IKEG, os suspeitos anunciavam chopeiras e barris de chope a preços atrativos, em plataformas como Instagram e Facebook, simulando a comercialização dos produtos. Como declaravam uso da modalidade dropshipping, na qual o vendedor não mantém os produtos em estoque e atua apenas como intermediário entre o consumidor e o fornecedor, mesmo com a demora ou a falta de entrega o processo aparentava legalidade. No entanto, o fornecedor era inexistente: o produto nunca era enviado e o dinheiro das vítimas desaparecia.
Coordenada pelo Gaeciber do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a operação também contou com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), do CyberGaeco do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Militar do Mato Grosso (PMMT).
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