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Sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Servidores da PJF podem paralisar atividades por erros em pagamentos

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

Erros nos pagamentos de servidores da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) resultaram na convocação de uma assembleia pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu-JF). A reunião está agendada para a próxima segunda-feira (5), às 9h em primeira convocação e às 9h30 em segunda, na sede do sindicato, localizada no Centro da cidade. A assembleia tem um indicativo de paralisação de 48 horas, que ainda precisa ser aprovada pelos trabalhadores.

De acordo com o Sinserpu-JF, a mobilização foi motivada por problemas identificados nos pagamentos da folha de setembro. Os servidores estão enfrentando diversas questões, como diferenças salariais, descontos indevidos, atrasos no pagamento e a falta de benefícios, além de promoções e progressões que não teriam sido aplicadas nos salários. O sindicato convocou todos os servidores da Administração Direta e Indireta, incluindo aqueles que atuam na Funalfa, Demlurb, Procon e Museu Mariano Procópio.

Formulário para relatos de inconsistências

Para coletar informações sobre as possíveis falhas nos pagamentos, o Sinserpu-JF disponibilizou um formulário, que ficará aberto até sexta-feira (9). Os relatos dos servidores serão analisados nos dias 2, 5, 7 e 9 de outubro e, posteriormente, encaminhados ao setor competente para que as questões sejam tratadas adequadamente.

A Prefeitura de Juiz de Fora, em nota, afirmou que está empenhada em resolver os problemas relacionados à folha de pagamento. Até o momento, foram identificadas 65 ocorrências entre cerca de 12 mil servidores, o que representa aproximadamente 0,54% do total. A administração municipal ressaltou que possui canais de comunicação abertos para que os trabalhadores possam reportar suas dificuldades.

Se a paralisação for aprovada durante a assembleia, o sindicato planeja suspender as atividades por 48 horas a partir da decisão da categoria. No entanto, serviços considerados essenciais deverão continuar funcionando conforme os percentuais estabelecidos pela legislação.


Com informações de Folha JF.

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