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Sábado, 31 de outubro de 2026

Taxa de desemprego no Brasil alcança 5,2%, menor em 14 anos

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Economia
Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

O Brasil registrou uma queda na taxa de desemprego, que agora está em 5,2% no terceiro trimestre de 2026. Esse índice representa o menor valor para este período desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua começou, em 2012. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando uma redução em comparação aos 5,4% do trimestre anterior e aos 5,6% do mesmo período de 2025.

Durante os meses de julho a setembro, o Brasil contava com 5,6 milhões de pessoas desocupadas, o que significa uma diminuição de 234 mil em relação ao segundo trimestre, resultando em uma queda de 4%. Além disso, em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve uma redução de 417 mil pessoas, equivalente a 6,9%.

Crescimento no número de ocupados

A pesquisa também revelou um aumento no número de brasileiros empregados, que alcançou 103,6 milhões, o maior total desde o início da série histórica. Em comparação ao trimestre anterior, houve um acréscimo de 581 mil trabalhadores, representando uma alta de 0,6%. No último ano, o crescimento foi de 1,2 milhão de pessoas.

O setor da construção civil teve um papel importante nesse crescimento, com um aumento de 2,8% na ocupação, gerando 210 mil novos postos de trabalho. O número de empregadores também atingiu um recorde, totalizando 4,5 milhões, após um crescimento de 4,3% no trimestre. O setor público também se destacou, com 13,2 milhões de trabalhadores, o maior número registrado até agora, representando um crescimento de 2,5% em relação ao terceiro trimestre de 2025.

Por outro lado, alguns setores apresentaram estabilidade. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado permaneceu em 39,4 milhões, assim como o contingente de trabalhadores sem carteira, que totalizou 13,7 milhões. Os profissionais autônomos somaram 26,1 milhões, enquanto os trabalhadores domésticos foram 5,4 milhões.

O rendimento médio mensal dos brasileiros ocupados foi de R$ 3.790, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior, mas mostrando um crescimento real de 3,6% em comparação ao ano anterior, já ajustado pela inflação.


Com informações de Folha JF.

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