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Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Exposição gratuita ‘Pedra-Mergulho’ reúne arte da UFJF

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

A Galeria Guaçuí, situada no Instituto de Artes e Design (IAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), está sediando a exposição “Pedra-Mergulho”. A mostra, que é gratuita, ficará disponível para visitação até o dia 30 de outubro. Inaugurada no dia 6 de outubro, a exposição apresenta uma variedade de obras de estudantes, abrangendo linguagens como fotografia, vídeo, animação, escultura, poesia visual, cartazes, painéis eletrônicos e estandartes.

Os trabalhos expostos foram desenvolvidos ao longo de 2026 nas disciplinas Arte e Escritura, Análise das Linguagens Contemporâneas e Fotografia I e II, sob a orientação da professora Adriana Oliveira, que também é a curadora da mostra. O monitor Pietro Esposito colaborou na produção, e a iniciativa visa reunir as produções realizadas em sala de aula em uma proposta curatorial coesa, permitindo que os alunos compartilhem suas criações com o público.

Uma metáfora para a criação artística

O título da exposição, “Pedra-Mergulho”, utiliza a imagem de uma pedra sendo lançada na água como metáfora para o processo criativo. A proposta é simbolizar o movimento de explorar novas possibilidades e estabelecer conexões entre diferentes linguagens artísticas. A expressão “há uma pedra que não sabe ficar parada. Ela inventa o mergulho” ilustra bem essa ideia, onde o mergulho representa a transformação de ideias e a descoberta de novas formas de expressão.

As obras expostas refletem essa temática de maneiras diversas. Na fotografia, os estudantes capturam e recriam momentos; os vídeos exploram a passagem do tempo, enquanto a poesia visual interage entre palavras e imagens. Além disso, cartazes e estandartes são utilizados para explorar a ocupação do espaço, e objetos sensoriais proporcionam experiências que vão além da simples observação visual.

Adriana Oliveira destaca que a pedra, nesse contexto, não é apenas um elemento físico, mas um método que representa o processo criativo. “Ela pesa, afunda, desloca a água e produz círculos. Assim também acontece com o processo criativo: uma ideia mergulha em outra, uma imagem provoca uma palavra”, explica a professora.

A exposição também busca engajar o público na interpretação das obras, promovendo diversas leituras a partir das interações entre imagem, palavra, movimento, espaço e sensações. Com isso, os visitantes têm a oportunidade de conhecer diferentes processos criativos dos estudantes do IAD.


Com informações de Tribuna de Minas.

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