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Sábado, 3 de outubro de 2026

Servidores alertam para falta de fraldas no Hospital João Penido

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Segurança pública
Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

Profissionais do Hospital Regional Doutor João Penido (HRJP), em Juiz de Fora, juntamente com representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde), estão cobrando providências da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) sobre uma alegada escassez de fraldas descartáveis na unidade. A situação relata um suposto “racionamento” destes insumos, que, segundo os custodiantes, tem impactado a assistência e a saúde dos pacientes.

Em entrevista à Tribuna, Lenir Romani, diretora do núcleo do Sind-Saúde em Juiz de Fora e profissional de enfermagem no hospital, mencionou que o problema já foi registrado há quase uma semana. Romani apresentou um ofício extraoficial, assinado por vários trabalhadores, pacientes e acompanhantes. “Fomos comunicados verbalmente que seriam disponibilizadas apenas duas fraldas por paciente durante o plantão”, informou a diretora.

Impactos na assistência aos pacientes

Ela explicou que essa quantidade é insuficiente, considerando que alguns pacientes na ala B do HRJP apresentam incontinência e diversas outras patologias que demandam cuidados adicionais. Até a última terça-feira, apenas quatro pacotes de fraldas, com oito unidades cada, estavam disponíveis para todo o plantão, o que gerou preocupação por conta da saúde e do bem-estar dos internados.

A troca de fraldas é uma parte essencial dos cuidados, pois proporciona conforto, higiene e dignidade aos pacientes. A falta adequada deste insumo pode aumentar o risco de infecções e outras complicações, conforme destacou Lenir. Diante desse cenário, aqueles que trabalham diretamente com os pacientes sentem-se inquietos e exigem uma solução urgente para o problema.

Resposta da Fhemig

Procurada para comentar a situação, a Fhemig respondeu negativamente à alegação de que há falta de insumos no HRJP. A fundação afirmou que a distribuição de fraldas agora é gerida por seu almoxarifado, seguindo critérios técnicos e assistenciais. Essa gestão considera o número de pacientes acamados e as necessidades clínicas individuais, como os casos de incontinência. A Fhemig garantiu que a reorganização do fluxo é feita para qualificar a gestão dos insumos, priorizando a segurança e a higiene dos internos.


Com informações de Tribuna de Minas.

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