Mudanças na NFS-e Nacional afetam empresas do Simples Nacional

A Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) nacional passará por transformações significativas, impactando microempresas e pequenas empresas que são optantes do Simples Nacional. A data limita para a obrigatoriedade de integração ao novo sistema foi estendida de setembro para 1º de novembro de 2026. A decisão foi tomada pela Resolução CGSN nº 191, em 4 de agosto de 2026, permitindo que essas empresas se preparem adequadamente para a mudança.
Esse novo formato de emissão será compulsório para aquelas empresas que prestam serviços sob a NFS-e e abrange uma vasta gama de prestadores que ainda utilizam sistemas municipais ou métodos tradicionais para emitir suas notas. A partir de novembro, a emissão precisa ser realizada através do Emissor Nacional da NFS-e, que pode operar por meio de uma aplicação web ou por meio de integração via API.
Preparação para as novas exigências
Embora o prazo adicional ofereça um alívio, a adaptação ao novo sistema deve ser encarada com seriedade e planejamento. As microempresas e empresas de pequeno porte precisam avaliar suas operações atuais e como a emissão será feita. A mudança de sistema pode parecer um estágio técnico, mas é essencial também para a continuidade dos negócios e a conformidade fiscal.
Todas essas empresas devem estar atentas às condições de uso do novo sistema, evitando surpresas. O adiamento para novembro oferece uma nova janela para realizar testes e adequações. Empresas que não começaram essa preparação agora têm a chance de organizar melhor suas operações antes da implementação obrigatória.
Além disso, é fundamental checar como a transição será feita. As empresas devem entrar em contato com os fornecedores de seus sistemas para garantir que estejam cientes das novas orientações e exigências. O ideal é já ter um esboço de como será feita a mudança e evitar deixar para a última hora essa alteração.
As empresas precisam, portanto, seguir uma série de passos antes de novembro: entender o processo atual de emissão de NFS-e, confirmar adequações necessárias nos sistemas, realizar uma série de testes, conferir dados cadastrais e garantir que a equipe que emite as notas esteja devidamente treinada sobre as novas funcionalidades.
Com informações de Tribuna de Minas.


