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Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Famílias de Juiz de Fora mudam para moradias provisórias

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

Após cinco meses da tragédia causada pelas chuvas em Juiz de Fora, as últimas famílias que estavam em hotéis custeados pela Prefeitura iniciam, nesta terça-feira (14), a mudança para apartamentos alugados com auxílio-moradia. Um total de 17 núcleos familiares está sendo transferido para esses imóveis provisórios, marcando o fim de uma fase de acolhimento àqueles afetados pelo desastre de fevereiro, quando perdi bastante moradores perderam suas casas devido a alagamentos e deslizamentos.

A transição para os apartamentos representa uma nova estratégia adotada pela prefeitura para atender as famílias que foram impactadas. Essa mudança também implica em um nível de estabilidade maior do que o oferecido pela hospedagem temporária, embora ainda não signifique a solução definitiva para os problemas habitacionais. As famílias que se mudam terão acesso a um kit básico de mobiliário e eletrodomésticos para facilitar o início de uma nova rotina.

Reconstrução e programa de auxílio habitacional

Com a mudança, o município deixará de manter famílias hospedadas em hotéis, refletindo a relevância do apoio contínuo após a tragédia. Até o momento, cerca de 300 famílias foram acolhidas pela administração municipal desde o ocorrido e muitas continuam a buscar soluções para regressar a uma vida normal.

Enquanto isso, o foco na reconstrução definitiva continua por meio do programa Compra Assistida, que integra o Minha Casa, Minha Vida, em parceria com a Caixa Econômica Federal. Esse programa oferece a possibilidade de adquirir imóveis de até R$ 200 mil, financiados por recursos públicos, como forma de substituir as casas que foram perdidas.

Até agora, 99 famílias foram consideradas aptas a indicar imóveis no programa, com outras ainda em processo de análise. Segundo dados do Portal de Dados do Enfrentamento à Calamidade, há um requerimento de 3.027 unidades habitacionais à Defesa Civil Nacional, sendo que 1.565 começaram a ser aprovadas.

Embora o deslocamento para moradias provisórias seja um importante passo nessa resposta emergencial, a tarefa de reconstruir as áreas devastadas e reassentar as famílias afetadas ainda está em andamento e depende da conclusão das etapas do programa federal, com previsões para os próximos meses.


Com informações de Folha JF.

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