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Sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Crescimento da economia brasileira foi de 3,4% em 2024

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Economia
Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou que a economia do Brasil registrou um crescimento de 3,4% em 2024. Com isso, o Produto Interno Bruto (PIB) do país alcançou R$ 11,7 trilhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) e fazem parte do Sistema de Contas Nacionais do IBGE.

A revisão dos dados é um procedimento padrão do instituto, que atualiza as informações com base em novas pesquisas setoriais. Embora alguns números possam ser alterados, a taxa de crescimento do PIB foi mantida em 3,4%, conforme já havia sido anunciado em março de 2025.

Desempenho setorial e PIB per capita

Os dados revelam que o PIB per capita em 2024 foi de R$ 55.410,12. O desempenho por setores foi o seguinte: a indústria cresceu 3,1%, os serviços aumentaram 3,8% e a agropecuária apresentou uma queda de 3,7%. O consumo final também teve um desempenho positivo, com um crescimento de 4,4%, sendo que o consumo das famílias subiu 5,1% e as despesas do governo aumentaram 2%.

Para 2025, o crescimento da economia foi de 2,3%, marcando cinco anos consecutivos de alta. No entanto, esse dado ainda está sujeito a revisões futuras pelo IBGE. Até o segundo trimestre de 2026, a economia brasileira apresentou um crescimento acumulado de 1,9%. O resultado final para o ano será divulgado apenas em março de 2027.

As expectativas para 2026 variam entre 1,76% e 2%, conforme indica o Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e o relatório Focus do Banco Central. O Fundo Monetário Internacional (FMI) também projetou um crescimento de 2,2% para a economia brasileira neste ano.

O PIB, que representa o total de bens e serviços produzidos em um país, é fundamental para compreender o desempenho econômico e realizar comparações internacionais. Contudo, ele não reflete aspectos como distribuição de renda e qualidade de vida da população, podendo haver discrepâncias entre um PIB elevado e um padrão de vida insatisfatório.


Com informações de Agência Brasil.

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