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Domingo, 8 de novembro de 2026

Espetáculo ‘Macacos’ abre Novembro Negro na UFJF

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

O monólogo “Macacos”, que discute o racismo estrutural no Brasil, será apresentado nesta segunda-feira (9), às 19h, no Cine-Theatro Central, como parte da programação do “Novembro Negro – Diáspora em movimento: arte, memória e resistência” da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla.

A iniciativa é promovida pela Pró-reitoria de Cultura e pela Diretoria de Ações Afirmativas da UFJF, com toda a programação sendo gratuita. O “Novembro Negro” visa fortalecer as políticas de promoção da igualdade racial e a valorização da diversidade cultural.

Programação do Novembro Negro

O espetáculo “Macacos” é um trabalho que transforma uma ofensa racista em uma obra de arte, e já foi aclamado em diversas apresentações, tanto no Brasil quanto no exterior. A produção existe há uma década e busca destacar a importância da intersecção entre cultura e cidadania. O pró-reitor de Cultura, Marcus Medeiros, enfatiza que o evento é uma forma de a universidade contribuir para o enfrentamento do racismo.

A programação conta com outros eventos, como a apresentação de “Quebrando paradigmas” no dia 16 de novembro, no Teatro Paschoal Carlos Magno, que abordará a decolonização do pensamento social e o antirracismo. Este espetáculo é protagonizado pelo ator Lucas Popeta e traz a perspectiva de um jovem negro que enfrenta questões sociais e raciais ao longo de sua trajetória no teatro.

No dia 18 de novembro, a Galeria Espaço Reitoria receberá a exposição de fotografias e reproduções de obras “Eu quero gente de cor”, que se relaciona com o Dia da Consciência Negra. A mostra incluirá trabalhos do fotógrafo Erick Amorim e de outros artistas, além do documentário “Batuque: (en)cantos de luta”, que revisita a história do Batuque Afrobrasileiro.

O “Novembro Negro” é uma oportunidade para todos se envolverem na luta antirracista, conforme destaca a diretora de Ações Afirmativas, professora Danielle Teles da Cruz. A programação é uma forma de democratizar o acesso à cultura e engajar a sociedade na promoção da igualdade.


Com informações de Tribuna de Minas.

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