Victória Mello: Propostas do PSTU para o Senado em Minas
A professora Victória Mello, com 32 anos de experiência no ensino nas redes municipal e estadual de Juiz de Fora, é a candidata do PSTU ao Senado por Minas Gerais, concorrendo com o número 161. Sua trajetória é marcada pela luta em defesa da educação pública e dos direitos dos trabalhadores. Victória defende propostas como a reindustrialização do estado, a suspensão da dívida mineira e a reversão de privatizações.
Entre as prioridades de Mello estão a ampliação dos investimentos sociais, a valorização dos profissionais da educação e a alteração das regras trabalhistas, como o fim da jornada de trabalho 6×1. Em uma iniciativa do projeto Voto e Cidadania, a Tribuna de Minas entrou em contato com os 16 candidatos ao Senado de Minas, incluindo Victória, que respondeu a perguntas sobre suas propostas e a situação da Zona da Mata e de Juiz de Fora.
Trajetória e Compromissos
Victória Mello se apresenta como uma defensora da educação pública e dos direitos dos trabalhadores, destacando sua experiência como diretora licenciada do SindUte/JF e sua militância em diversas organizações sindicais. Ela afirma que sua candidatura é fruto de uma decisão coletiva dentro do PSTU, que busca representar as lutas da classe trabalhadora e os setores oprimidos.
Se eleita, Mello pretende lutar pela reindustrialização de Minas e pela revogação da lei Kandir, que segundo ela, prejudica a arrecadação de impostos essenciais para áreas como saúde e educação. A candidata também se compromete a combater a privatização das escolas e a defender a autonomia pedagógica.
Sobre a dívida pública do estado, Mello se posiciona contra o pagamento, argumentando que a dívida não foi contraída pelos trabalhadores. Ela defende uma auditoria para investigar desvios e corrupção, além de lutar pela suspensão do pagamento aos banqueiros e pela criação de uma Lei de Responsabilidade Social que priorize investimentos nas áreas sociais.
Em sua atuação no Senado, Mello promete fiscalizar o governo federal e se opor a práticas que favoreçam grandes empresas, como isenções fiscais. Ela propõe uma mudança na maneira como os cargos são indicados, sugerindo que os trabalhadores tenham voz ativa na escolha de seus representantes, com mandatos revogáveis.
Com informações de Tribuna de Minas.