Expectativas de Juiz de Fora para o Governo de Minas 2027

Com a aproximação das eleições de 2026, lideranças e moradores de Juiz de Fora elaboram uma lista de demandas que esperam ver atendidas pelo futuro Governo de Minas, que assumirá em 2027. Entre as reivindicações, principalmente na área da saúde e da educação, estão temas que exigem ação governamental, financiamento e articulação entre estados, municípios e a União.
Os cidadãos locais destacam a necessidade de uma maior presença do governo nas questões cruciais que afetam Juiz de Fora e a Zona da Mata. As prioridades incluem desde melhores condições de infraestrutura até políticas voltadas para saúde, educação e geração de emprego.
Infraestrutura e Saúde em Debate
A prefeita Margarida Salomão (PT) enfatiza a importância de aumentar a presença do Estado na região, especialmente no que diz respeito ao Aeroporto da Zona da Mata, que deve ser mais integrado ao desenvolvimento local. A tragédia causada por deslizamentos de terra em fevereiro, que afetou diversas famílias, trouxe à tona a necessidade de um plano efetivo de contenção e prevenção de desastres em Juiz de Fora.
Luiz do Carmo da Silva, morador de uma área afetada, ressalta que é fundamental que o próximo Governo de Minas se comprometa com ações que evitem desastres futuros, lindando a falta de infraestrutura com tragédias que se poderiam prevenir.
Em consonância com esses anseios, o artista MC Dodo da Baixada também reforça a importância de o governo voltar sua atenção para as periferias, onde os problemas da irregulação, buracos nas ruas e falta de infraestrutura são evidentes. Para ele, o Estado deve priorizar melhorias nas condições das áreas mais carentes.
Empresários e ativistas também apresentam reivindicações que giram em torno do desenvolvimento econômico e da inclusão social. O empresário João de Matos aponta que é necessário um enfoque regional mais amplo que contemple as demandas de uma Zona da Mata empobrecida e carente de investimentos.
A população LGBTQIA+, representada por Sol Mourão, clama por recursos e políticas públicas que atendam suas especificidades e necessidades. Assim, as plataformas de apoio e a formação são vitais para contribuir na facilidade da convivência e no acesso a direitos básicos.
Por fim, a coordenadora do Sindicado dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro-JF), Lúcia Lacerda, ressalta a urgência em valorizar e fortalecer os serviços públicos, cobrando por atenção às questões salariais e à qualidade do ensino, considerando um sistema mais justo em relação à distribuição de recursos na educação.
Com informações de Tribuna de Minas.


