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Sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Juiz de Fora cria grupo para urbanização do Dom Bosco

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) instituiu um grupo gestor para coordenar o projeto de urbanização do Bairro Dom Bosco, quase um ano após a proposta ter sido aprovada. O decreto publicado nesta quinta-feira (24) criou a Unidade Executora Local (UEL), que será responsável por supervisionar as intervenções e pela gestão dos recursos de aproximadamente R$ 40 milhões, provenientes do programa Periferia Viva, parte do Novo PAC.

O investimento para o Dom Bosco faz parte de um total de cerca de R$ 300 milhões em financiamentos do Novo PAC, que foram autorizados pela Câmara Municipal em dezembro de 2025. Os recursos foram contratados junto à Caixa Econômica Federal, e em 20 de maio deste ano, a Prefeitura formalizou o contrato que permite a execução do projeto. As intervenções no bairro serão definidas com a participação dos moradores, que poderão ajudar a estabelecer as prioridades antes das futuras licitações.

Estrutura e Responsabilidades da UEL

A criação da UEL formaliza a estrutura administrativa que irá conduzir a execução do projeto. O grupo será encarregado de organizar as etapas do projeto, definir metas, planejar a gestão dos recursos e garantir que as intervenções sejam realizadas conforme o plano de trabalho estabelecido. Segundo o decreto, a unidade será coordenada pelo Departamento de Intervenções Urbanas, que faz parte da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com Participação Popular (Sedupp).

A UEL contará com a participação de representantes de 22 órgãos e secretarias municipais, incluindo as áreas de Obras, Habitação, Defesa Civil, Mobilidade Urbana, Fazenda, Assistência Social e Meio Ambiente. A Tribuna questionou a Prefeitura sobre o cronograma de execução do projeto e os próximos passos após a criação da UEL, mas ainda aguarda uma resposta.

O projeto Periferia Viva abrange uma série de intervenções no Dom Bosco, como melhorias na infraestrutura urbana, saneamento básico, pavimentação, contenção de encostas, requalificação de espaços públicos, melhorias habitacionais e regularização fundiária. A área de atuação é dividida em uma macroárea que abrange o bairro como um todo e uma microárea no Chapadão, conhecida como Poligonal de Urbanização Integral (PUI), onde as intervenções estruturais e habitacionais poderão se concentrar.

Embora a criação da UEL tenha sido um avanço significativo, o decreto não especifica datas para o início das obras ou para as licitações, deixando a população ansiosa por informações sobre a execução do projeto.


Com informações de Tribuna de Minas.

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