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Sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Desemprego atinge 5,2% no 3° trimestre, menor desde 2012

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Economia
Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, marcando o menor índice para esse período desde 2012. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam uma leve queda em relação ao segundo trimestre deste ano, que registrou 5,4%, e ao mesmo trimestre do ano passado, que teve 5,6%.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a população desocupada é agora de 5,6 milhões, apresentando uma redução de 4% em comparação ao trimestre anterior, onde eram 5,9 milhões. Quando analisado em relação ao mesmo período do ano anterior, a queda foi de 6,9%, resultando em menos 417 mil pessoas desempregadas.

População ocupada e rendimento

A população ocupada atingiu 103,6 milhões de pessoas, sendo este o maior número já registrado na série histórica. Essa cifra representa um aumento de 0,6% em relação ao trimestre anterior, com 581 mil novos postos de trabalho, e um crescimento de 1,2% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado, com a adição de 1,2 milhão de ocupados.

O nível de ocupação, que é a porcentagem de indivíduos empregados na população em idade de trabalhar, também alcançou um recorde de 59%. Esse percentual é ligeiramente superior ao do trimestre anterior, que era de 58,8%, e está estável em comparação ao mesmo período do ano passado, que registrou 58,7%.

Entretanto, a pesquisa também revelou que a taxa de informalidade no trabalho permanece alta, atingindo 37,5% da população ocupada, o que equivale a 38,8 milhões de trabalhadores informais. Esse número é um pouco maior que os 37,4% do trimestre anterior e os 37,8% do ano passado.

Sobre o rendimento, o IBGE informou que o salário real habitual ficou em R$ 3.790, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior, mas com um crescimento de 3,6% em relação ao ano anterior, aumentando R$ 131. A massa de rendimento real habitual alcançou R$ 387,5 bilhões, a maior da série, com um aumento de 1,5% no trimestre e de 4,7% no ano.


Com informações de Tribuna de Minas.

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