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Quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Golpe do falso advogado causa prejuízo de R$ 33 mil em JF

Por Redação Segue Dicas 2 min de leitura
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Juiz de Fora - MG
Imagem ilustrativa · Banco Segue Dicas

Uma mulher de 40 anos sofreu um prejuízo significativo de cerca de R$ 33 mil após ser enganada por golpistas que se passaram por advogados em um processo judicial. O incidente ocorreu na última segunda-feira (28), no Bairro São Pedro, em Juiz de Fora, e foi registrado como estelionato.

Os criminosos utilizaram mensagens e ligações telefônicas para informar à vítima sobre valores a receber relacionados ao processo. Durante as conversas, solicitaram transferências bancárias, alegando que esses pagamentos eram necessários para liberar os recursos e regularizar o cadastro da mulher.

Fraude descoberta e registro na polícia

A mulher, acreditando estar em contato com pessoas ligadas ao seu processo judicial, fez as transferências solicitadas. Somente após as movimentações financeiras, ela percebeu que havia sido enganada e decidiu consultar o advogado verdadeiro responsável pelo caso, que confirmou a fraude.

Após constatar o golpe, a vítima procurou a Polícia Militar para registrar a ocorrência e também contestou as transações junto às instituições financeiras. O caso foi encaminhado à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), que informou que a ocorrência foi registrada na 2ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora, responsável pela investigação do caso.

A PCMG detalhou que, em casos de estelionato, a ação penal é pública, mas condicionada à representação da vítima. Portanto, é necessária uma manifestação formal da mulher para que as investigações possam prosseguir. A reportagem da Tribuna de Minas entrou em contato com a Polícia Civil para verificar se a vítima já formalizou essa representação e se os responsáveis pelas contas que receberam as transferências foram identificados, mas a corporação não forneceu essas informações.

A orientação da PCMG para quem passa por situações semelhantes é procurar uma unidade policial e apresentar documentos, comprovantes das transferências, mensagens, números de telefone e outros elementos que possam ajudar nas investigações.


Com informações de Tribuna de Minas.

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